sexta-feira, 26 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Aniversariantes da semana

Faz alguns anos que Deus te enviou a terra para iluminar a todos com a tua presença, e neste dia mais que especial que evidência a tua chegada ao mundo, palavras não bastam para te homenagear.
Você é uma obra preciosa que Deus criou e revestiu com muitas e boas qualidades.
Que você caminhe sempre em busca do sucesso,alcançando um futuro amplo,se aperfeiçoando e prosperando ainda mais.
FELIZ ANIVERSÁRIO!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
domingo, 31 de agosto de 2008
Gabarito ENEM
http://download.uol.com.br/vestibular2/gabarito/enem2008.pdf
ou
http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI3148534-EI8398,00.html
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Guia de profissões: Direito
Um dos mais tradicionais cursos de graduação do País ainda permanece no topo das preferências dos estudantes que completam o Ensino Médio. Porém, esqueça a aura de caretice do curso: o Direito está mais atual do que nunca, de olho nas mudanças que interferem diretamente na vida das pessoas e das empresas. Afinal, qual advogado imaginaria atuar em causas como a liberação das pesquisas com células-tronco há alguns anos?
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-Rio), Wadih Damous Filho, comenta que, de mãos dadas com as áreas mais conhecidas do Direito, civil, do trabalho e penal, estão novidades como telecomunicações, bioética, informática e internet. "Estas novas áreas estão se afirmando e ampliando o mercado de trabalho", comemora.
Mas se prepare para estudar muito, e não só durante os cinco anos de duração do curso, que inclui em seu currículo básico disciplinas como Direito Constitucional, do Trabalho, Civil e Penal. "O Direito está em constante mutação. Leis novas sempre vêm. Formas diferentes de interpretação sempre aparecem. Entendimentos de juristas e magistrados sempre mudam", ensina o advogado Leandro Ricci, formado há dez anos pela Universidade Mackenzie, em São Paulo.
Mercado - O bacharel em Direito pode exercer a profissão como advogado, em diversas áreas de atuação, como civil, penal ou do trabalho. Para esta função, há piso médio de R$ 1.500 em São Paulo e R$ 1.000 no Rio de Janeiro. O cargo de promotor, no Ministério Público, também é uma possibilidade, iniciando ações ou atuando como fiscal em ações ajuizadas por outras pessoas. Outra função exclusiva dos bacharéis em Direito é a atuação como magistrado (juiz). Para estas últimas, é necessário prestar concurso público.
Seja qual for a escolha, o presidente da OAB do Rio aconselha a especialização em uma área. "Não há espaço no mercado de trabalho para os generalistas. Deve-se buscar - embora seja importante reter conceitos jurídicos básicos de outras esferas - a especialização", garante.
A prova da OAB, que concede o direito de o bacharel exercer a função de advogado, é um dos grandes entraves de quem é recém-formado, já que é proibido trabalhar na função sem o registro na Ordem dos Advogados do Brasil. O segredo é estudar bastante durante a graduação, diz Wadih Damous Filho, presidente da OAB-Rio. "Decorar algumas noções e memorizar alguns artigos de lei podem até trazer o diploma, mas esses bacharéis não conseguirão depois ultrapassar o exame de ordem", afirma. "Descobrirão que lhes falta a prática do raciocínio jurídico e que não têm uma boa formação acadêmica." É pra você? - Um dos professores do advogado Leandro Ricci deu uma dica que, à primeira vista, parece descolada do aprendizado do Direito. "Um conselho de um grande professor que tive foi de ler muito, ler sempre. Mas não só livros técnicos: ler poemas, romances, filosofia, história", lembra. O futuro bacharel em Direito deve ter muita força de vontade, além de disciplina, disposição para estudar e uma boa cultura geral.
O que vem por aí? - Para o presidente da OAB do Rio de Janeiro, uma das principais tendências no mercado de trabalho é o fim dos escritórios unipessoais ou com dois ou três sócios. "As grandes bancas de advocacia começam a abocanhar mercado, porque oferecem quase todas as especialidades", explica. Leandro Ricci lembra também das novas áreas de atuação do advogado, como o Direito Ambiental e o nascimento do chamado Biodireito, que cuida de biossegurança, dos avanços da genética e afins. "Uma tendência é o aumento do número de profissionais na área de fusões e aquisições, dentro do Direito empresarial", lembra.
Guia de profissões: Biomedicina
Não se engane: apesar do nome, a graduação de Biomedicina é bem diferente da Medicina. "A Medicina forma profissionais para atender aos indivíduos, investigando, diagnosticando e tratando das doenças. Já a Biomedicina conduz estudos e pesquisas das doenças humanas, sem contato com os pacientes", explica a biomédica Cristine Goebel, professora-substituta da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), antiga Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre (FFFCMPA). O curso, com duração média de quatro anos, forma profissionais que buscam as causas das doenças, além de trabalhar com prevenção e cura, desenvolvendo soros e vacinas.
Mercado - O curso foi criado na década de 1960 para formar professores das áreas básicas de saúde. Alguns anos depois, as faculdades passaram a graduar profissionais habilitados a exercer análises clínico-laboratoriais, a área de atuação mais comum dos profissionais. Hoje, o campo de atuação do biomédico é amplo, com mais de 30 especialidades.
O profissional poderá atuar em laboratórios, hospitais, órgãos públicos de saúde e indústrias biotecnológicas, em áreas como análises bromatológicas (de alimentos), banco de sangue, reprodução humana, imagenologia (radiologia, tomografia computadorizada, ultra-sonografia, entre outros exames), biologia molecular, citologia oncótica, toxicologia, entre outras. "A área de perfusão extra-corpórea é uma outra possibilidade que os biomédicos podem atuar, na qual eles são responsáveis uma máquina chamada coração-pulmão, muito importante em cirurgias, principalmente cardíacas", exemplifica Cristine. Não há piso da categoria.
É pra você? - Em primeiro lugar, avalie se o que você quer é mesmo a Biomedicina. A professora da UFCSPA conta que muitos estudantes iniciam o curso apostando que ele seja semelhante ao curso de Medicina. "Apesar do nome, são bem diferentes", lembra. Mas, como a colega mais famosa, a Biomedicina exige muito estudo e dedicação do aluno. Um perfil de investigador também é desejável, já que o profissional trabalha com pesquisa e novas descobertas. "Também é fundamental se manter atualizado", ensina Cristine.
A inserção no mercado de trabalho é difícil no começo da carreira, diz a professora Cristine Goebel. A área de análises clínicas é a mais saturada, mas há diversas oportunidades dentre as 33 especialidades da Biomedicina.
O que vem por aí - O biomédico trabalha em diversas áreas dentro da saúde, mas uma das mais promissoras é a indústria farmacêutica, onde o profissional trabalha no desenvolvimento de medicamentos. A inseminação artificial também é uma forte aposta dos profissionais da área, que avaliam e selecionam os embriões, além dos exames de DNA, por quais são responsáveis.
Diferencial - Quem quer se destacar na faculdade deve, desde o começo, apostar em atividades extracurriculares, como participar de palestras, cursos de extensão e congressos. A professora da UFCSPA aconselha ainda que o estudante procure ser aluno de iniciação científica, monitor de disciplinas e se dedique a estágios. No último ano do curso, os estágios são supervisionados.
Imigração japonesa tem presença certa no vestibular
Imigração japonesa tem presença certa no vestibular
Cem anos se passaram desde que o Japão passou a fazer parte, definitivamente, da história do Brasil. Em 1908, a partida do navio Kasatu Maru da cidade japonesa de Kobe em direção às terras brasileiras deu início à chegada dos primeiros imigrantes. Desde então, os hábitos, costumes, culinária e a cultura do Japão fazem parte do dia-a-dia de muitas comunidades brasileiras, nas quais os imigrantes estabeleceram suas raízes. Hoje, o Brasil possui a maior comunidade japonesa fora do país de origem, cerca de 1,5 milhão de pessoas.
- História: tudo começou um ano antes, em 1907. O Japão passa por problemas populacionais e econômicos. O Brasil publica então a Lei da Imigração e Colonização, que permite aos Estados definir como receber os primeiros japoneses. O primeiro foi São Paulo, que iria receber três mil imigrantes nos três anos seguintes. O objetivo era reforçar a mão-de-obra nas lavouras de café.
A primeira viagem aconteceu em 1908, com o navio Kasatu Maru transportando cerca de 790 pessoas até o porto de Santos. As famílias que vieram cumpriram uma exigência: trazer, no mínimo, três pessoas maiores de 12 anos e que estivessem em condições de trabalhar nas plantações.
Nos anos seguintes, o fluxo se intensificou e, no período entre 1925 e 1935, cerca de 140 mil imigrantes japoneses tiveram o Brasil como destino. Durante a Segunda Guerra Mundial o processo foi interrompido, sendo retomado nos anos 50. Isso ocorreu porque, no período do conflito, Brasil e Japão estavam em lados opostos (Brasil apoiou os aliados, enquanto os japoneses fizeram parte do eixo).
Entretanto, a partir da década de 60, o Japão entra em um ciclo de desenvolvimento econômico, aumentando renda e mercado de trabalho. O fluxo de imigração então diminui, encerrando completamente em meados dos anos 70.
Com o passar dos anos, os japoneses foram perdendo o contato mais direto até com o idioma, se inserindo mais na esfera social brasileira. Em 1980 surge um fenômeno inverso: filhos e netos dos primeiros imigrantes voltam para o Japão, atrás de outras perspectivas de futuro. São os chamados "dekasseguis". Atualmente, muitos deles estão voltando para o Brasil. "Antes era possível guardar dinheiro e mandar para as famílias aqui, mas agora ficou mais complicado. A concorrência é grande com imigrantes de outros países asiáticos que chegam ao Japão. Por isso, muitos brasileiros estão voltando", explica Isao Ishibashi, professor do Instituto de Cultura Japonesa da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs). Cerca de 300 mil brasileiros descendentes de japoneses ainda vivem no Japão.
- Geografia: diversas colônias de japoneses estão estabelecidas em vários Estados brasileiros. Os principais são Paraná e São Paulo, especialmente devido à maior produção de café nos dois estados. Em 1912, famílias de japoneses se estabeleceram com fazendeiros no norte do Paraná. Um ano depois, outro grupo teve como destino Minas Gerais. Em São Paulo, os japoneses e seus descendentes estão no noroeste do Estado, na Capital e diversos municípios do interior. "Um outro grupo se estabeleceu no sul do Pará, focando a agricultura local", explica Ishibashi.
- Cultura: de um estranhamento total por parte dos brasileiros no início, aos poucos os hábitos e costumes dos japoneses foram inseridos na sociedade local. Um dos pontos altos é a culinária, com pratos como sushi e sashimi. Se antes comer peixe cru era impensável, hoje simboliza requinte gastronômico. O professor Ishibashi salienta também que a dieta dos imigrantes era baseada em verduras e frutas, itens que entraram com mais força no cardápio brasileiro nos anos seguintes. Do mesmo modo, as massagens orientais têm lugar cativo para os que buscam qualidade de vida. E as tatuagens? Os ideogramas japoneses e seus significados ganharam adeptos pelo País todo.
Uma outra vertente japonesa é na arte, mais especificamente a cultura pop. No cinema, heróis como o National Kid apareceram por aqui. A animação também é destaque, com desenhos animados dos mais diversos tipos. Na literatura, os mangás viraram febre entre os adolescentes. A palavra é resultado da união dos ideogramas MAN (humor) e GÁ (grafismo). Os mangás utilizam um estilo próprio de narrativa e desenho, com destaque para personagem com os rostos desproporcionais e um grafismo mais ligado à caricatura.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Guia de profissões: Administração de empresas
Mercado - Os administradores podem trabalhar como técnicos de funções administrativas ou como gerentes e executivos em empresas, instituições privadas sem fins lucrativos e instituições governamentais. Se tiverem perfil empreendedor, podem gerir seus próprios negócios ou atuar como consultores especializados em assuntos relacionados à administração organizacional. O salário médio inicial é de R$ 1.500. O coordenador do curso de administração da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Aureliano Angel Bressan, lembra que a área de recursos humanos possui uma demanda crescente pelo profissional de treinamento e desenvolvimento de pessoal.
É pra você? - O administrador de empresas deve ser flexível, dinâmico e ter a capacidade de tomar decisões de maneira rápida, acompanhando a velocidade do mercado. Interesse pela área administrativa e capacidade de lidar com pessoas são características que podem levar ao sucesso na profissão.
O que vem por aí - Além da logística, que é uma área em expansão, existem algumas nichos de atuação em desenvolvimento, como administração hospitalar e mercado de capitais.
Diferencial - "Logo no início do curso, é indicado procurar um estágio na área que pretende seguir, buscando assim, desde cedo, familiaridade com a cultura empresarial necessária à identidade de administrador", aconselha o administrador Augusto Dias, supervisor de logística de uma multinacional. Além do bom desempenho em sala de aula, é recomendado participar de atividades de pesquisa (iniciação científica), empresas juniores e atividades de ensino e extensão (monitorias, intercâmbios no Brasil e no Exterior e participação em eventos).
Vestibular: Lei Seca pode ser tema de redação e química
Lei Seca pode ser tema de redação e química
O assunto do momento no Brasil, a Lei de Tolerância Zero ao Álcool, a chamada Lei Seca, que domina as rodas de conversa, deve também aparecer nas provas de vestibular. Pela relevância e atualidade do tema, professores de cursinhos apostam que os próximos exames vestibulares apresentem questões envolvendo bebida e direção. "São dois assuntos bem atuais. O álcool, principalmente, por toda a questão envolvendo biocombustíveis e produção de alimentos", alerta o professor de português do curso Positivo Wellington Borges Costa.
Segundo o professor do Positivo, as redações também podem estimular o estudante a um jogo de faz-de-conta. Por exemplo, que o candidato se coloque na pele do leitor de um jornal e escreva uma carta para o períodico, expondo argumentos sobre a lei seca. Ou, ainda, simular um artigo ou escrever uma peça publicitária. "O assunto com certeza vai estar em pauta", prevê.
O professor de Química e coordenador pedagógico do curso Objetivo, Antonio Mario Salles, alerta que pelo menos uma universidade já saiu na frente: a PUC-SP exigiu conhecimentos sobre álcool e direção no exame realizado em 29 de junho passado. "O tema geral da prova foi violência urbana. Dentro da área de biologia e química se falou em violência e abuso de álcool, exigindo conhecimentos sobre limites aceitáveis de consumo e uso de bafômetro, por exemplo", conta.
De acordo com Salles, questões envolvendo os efeitos do álcool no comportamento das pessoas são freqüentes. Há diferenças, por exemplo, entre sintomas como euforia suave e queda de atenção e perda de julgamento crítico e diminuição das reações motoras. "Os dois primeiros, considerados mais suaves, estão dentro de 6 decigramas de álcool por litro de sangue, o limite anterior a esta nova lei. A questão pode apresentar quantidade de latas de cerveja e pedir para relacionar com os níveis de álcool no sangue a partir de tabelas", avisa o professor do Objetivo.
Outra opção, diz ele, é a diferença entre consumir álcool em jejum ou durante o jantar. "Se uma pessoa beber três latas de cerveja em jejum, alcança o nível de 6 decigramas por litro de sangue em meia hora. Depois leva quatro horas para diminuir. Tradução: só vai poder dirigir depois de quatro horas. No entanto, se ela consumir a cerveja no jantar, o álcool atinge o pico no organismo em uma hora e depois os efeitos cessam após três horas, é mais rápido", explica Salles.
Redação Terra
Vestibular: Guerra Fria vira notícia e é tema de vestibular
Guerra Fria vira notícia e é tema de vestibular
Quase duas décadas depois do final da Guerra Fria, a instalação de um escudo antimísseis americano em território polonês fez lembrar a época em que o mundo se dividia entre americanos e soviéticos.
Os americanos alegam que o escudo - um sistema de 10 mísseis interceptadores, na Polônia, e radares na República Tcheca - servirá para proteger a Europa de mísseis nucleares de longo alcance vindos do Irã ou da Coréia do Norte. O governo russo, porém, diz ser uma manobra para enfraquecer sua posição na região.
Tudo isso é muito sensível, explica o professor de História do Elite Pré-Vestibulares Rafael Menezes, por mexer com uma antiga rivalidade. Por 40 anos, Polônia e República Tcheca integraram a Cortina de Ferro, área de influência soviética. Hoje, apesar de o comunismo ter sido descartado pela Rússia, o país ainda é uma potência regional que cuida de seu patrimônio. As guerras dos Estados Unidos são travadas na Ásia Central - Iraque e Afeganistão - próximas de regiões russas ricas em gás natural e petróleo. "Essa proximidade traz o risco de futuras tensões entre os dois países", explica Menezes.
É uma boa ficar ligado na diferença entre as tensões atuais e as que fizeram Sylvester Stallone demolir o russo Ivan Drago em Rocky IV, filmado nos anos 80, ou que levaram os americanos a boicotarem a Olimpíada de 1980, em Moscou, e os russos devolverem a gentileza em 1984 (Los Angeles).
Antes, a questão era principalmente ideológica: resultados econômicos, tecnológicos ou esportivos eram buscados para comprovar a superioridade de um dos sistemas. Hoje, a expansão da economia russa depende de manter a influência na região. "A grande herança da Guerra Fria na geopolítica atual foi o fim de um sistema mundial de poder e a origem do conturbado e instável período atual", diz Rafael Menezes.
Redação Terra

